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Perguntas Frequentes
Dúvidas comuns antes de começar
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- 02AS-IS e TO-BE são dois “retratos” de um processo, em momentos diferentes: • AS-IS (como é hoje): descreve o processo atual, do jeito que ele realmente acontece. Inclui atalhos, falhas, retrabalho, dependências e “o que dá pra fazer na prática”. Serve para entender a realidade e achar gargalos. • TO-BE (como deveria ser): descreve o processo futuro desejado, já com melhorias. Define um fluxo mais simples e eficiente, com regras claras, responsáveis, ferramentas e padrões. Serve para orientar a mudança e a implementação. Exemplo simples: • AS-IS: “O cliente pede pelo WhatsApp, alguém anota num papel, depois passa para uma planilha (às vezes esquece).” • TO-BE: “O cliente preenche um formulário, o pedido entra automaticamente no sistema, gera tarefa, responsável e prazo.”
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- 05Depois disso, o que muda é que o seu processo deixa de ser “o que cada pessoa faz do seu jeito” e vira algo visível, alinhado e executável. Na prática, você passa a ter 3 coisas bem claras: 1. Um mapa do processo como ele realmente acontece hoje (AS-IS), com começo, fim e etapas (sem achismo). 2. Uma lista priorizada do que mais trava a operação (Top gargalos/dependências), mostrando onde você está perdendo tempo, gerando retrabalho ou ficando refém de pessoas-chave. 3. Documentação prática do que precisa ser feito nas rotinas críticas (POP), para o time conseguir repetir com consistência. O resultado é mais previsibilidade no dia a dia: menos “apagar incêndio”, menos dependência de uma pessoa só e um caminho claro de próximos passos para melhorar sem virar um projeto infinito.
- 06Sim. Esse é um dos objetivos centrais do nosso trabalho. A gente tira o processo da “cabeça do fulano” e coloca num formato que o time consegue seguir. O diagrama AS-IS mostra exatamente onde a dependência acontece, o levantamento do Top deixa claro quais pontos estão travando a operação por causa disso, e os POPs/checklists padronizam as rotinas críticas para qualquer pessoa executar com consistência. Na prática, você reduz dois tipos de dependência: “só essa pessoa sabe” (conhecimento) e “tudo precisa passar por essa pessoa” (gargalo de execução). O processo não vira perfeito do dia pra noite, mas ele fica mais previsível e replicável, e você consegue treinar, delegar e rodar com muito mais segurança.
- 07Vira algo que o time usa no dia a dia, sim. Nossa equipe desenha as entregas para serem “instrumento de trabalho”, não um PDF bonito pra ficar guardado. O diagrama AS-IS dá clareza rápida de como o processo funciona de verdade, o Top dependencias e oportunidades vira a lista prática do que atacar primeiro, e os POPs com checklist são feitos para alguém abrir e executar, sem depender de memória ou de “como o fulano faz”. E tem um ponto importante: a gente trava fronteiras do processo e cria um padrão de validação, justamente pra documentação nascer enxuta, com dono, e ser fácil de manter. Quando isso acontece, o time consulta, segue e melhora com o uso, em vez de abandonar.
- 08Você escolhe, sim. A consultoria é sempre focada em 1 processo por vez, então a decisão começa com você dizendo qual parte da operação mais precisa de clareza hoje. Se você ainda não tiver certeza, a gente ajuda a escolher. Na entrevista nós fazemos algumas perguntas simples para entender onde está a maior dor, onde existe mais dependência de pessoas-chave e onde o processo mais trava ou dá retrabalho. A partir disso, a gente ajusta a escolha para um recorte “mapeável” dentro do sprint, com começo e fim bem definidos, para garantir um resultado rápido e previsível.
- 09Funciona assim: cada novo processo é uma nova contratação. A gente faz desse jeito por um motivo simples: mapeamos 1 processo por vez, do início ao fim, com fronteiras bem definidas. Isso mantém o trabalho previsível e garante que você realmente saia com um processo fechado e utilizável, em vez de começar vários e não terminar nenhum. Se depois você quiser mapear outros processos, a gente segue em novos sprints. E para quem já é cliente, normalmente a gente consegue oferecer descontos bem interessantes na continuidade.
- 10A diferença prática entre 15 e 25 etapas é o nível de profundidade do mapa. Com até 15 etapas, trabalhamos num diagrama mais macro: você enxerga o processo ponta a ponta com clareza, mas alguns detalhes ficam “agrupados” dentro de uma etapa. Com até 25 etapas, conseguimos abrir mais o processo: separar sub-etapas, mostrar melhor as passagens de bastão entre pessoas/áreas, evidenciar pontos de espera e decisões, e registrar variações importantes. Isso é mais indicado para processos mais densos, porque o mapa fica mais fiel ao que acontece na prática e facilita transformar o diagnóstico em POPs e checklists mais precisos.
- 11Os dois planos valem a pena. A diferença é o quanto a gente aprofunda o mapeamento do processo. O plano de R$ 2.500 (Sprint Curto) é ideal quando você quer clareza rápida e objetiva do processo ponta a ponta, com um diagnóstico enxuto e o essencial documentado para o time já começar a rodar melhor. O plano de R$ 4.000 (Sprint Completo) é para quando o processo é mais denso e você precisa de mais profundidade para não ficar nada “no ar”. Fazemos mais validações com o time ao longo do projeto, detalha mais os pontos críticos e entrega uma documentação mais completa dentro do Notion (se você quiser, claro), com mais POPs e um diagnóstico mais aprofundado. Em ambos os casos, o foco é mapeamento, não implementação.
- 12Não precisa ser só você, e também não precisa envolver o time inteiro. A nossa preferência é começar de baixo para cima. No Kick-off, o ideal é ter a participação de quem realmente executa o processo no dia a dia, porque é essa pessoa que mostra a realidade, os atalhos e onde o processo trava de verdade. Dependendo do caso, você (ou alguém como dono do processo) entra para alinhar fronteiras, prioridades e validar decisões. Em empresas maiores, tendemos a trabalhar com líderes ou responsáveis diretos pelo processo, justamente para representar o time sem virar uma reunião com muita gente. No fim, a regra é simples: participa quem faz e quem decide. O resto a gente evita puxar para não burocratizar o mapeamento.
- 13Fica fácil de atualizar, sim. A ideia é justamente não depender da gente. Entregamos os materiais em formatos editáveis, então você consegue ajustar depois conforme o processo muda. Dependendo do entregável, isso pode estar em PDF, Docs, Miro, planilhas, vídeos e, no Sprint Completo, a documentação também pode ficar toda organizada dentro do Notion (se você quiser). O que costuma acontecer é: você até consegue editar por conta própria, mas nem todo mundo está “habilitado” para manter isso bem feito e com padrão. Por isso a gente tem add-ons que ajudam seu time a aprender a atualizar e manter a documentação viva, sem virar bagunça.
- 14A entrega encerra na reunião final, então não é um modelo de suporte contínuo incluso. Dito isso, a gente não “some” no sentido de te deixar sem caminho. Se você quiser continuar evoluindo depois, existem add-ons que você pode contratar, principalmente para treinar e habilitar o seu time a manter a documentação viva e atualizada com padrão. E só para alinhar expectativa: mesmo nos add-ons, o nosso foco continua sendo mapeamento e organização do processo. Não entramos na implementação.
- 15É super normal as empresas crescerem, o time mudar, novas etapas aparecerem e novos processos surgirem. Processo vivo é assim mesmo. Se a evolução for pequena (ajustar uma etapa, um responsável, uma regra ou um checklist), você mesmo consegue fazer, porque tudo é entregue em formato editável. Se a evolução for maior (o jeito de operar mudou, entrou uma nova área, o volume aumentou, ou você quer amadurecer o processo), aí o ideal é seguir com uma continuidade. Pode ser um novo sprint para mapear outro processo, atualizar o mesmo processo com o novo cenário, ou contratar add-ons para habilitar o seu time a manter a documentação viva, com padrão e sem virar bagunça. E só reforçando: mesmo nessa evolução, nosso foco continua sendo mapeamento e organização do processo. Não entramos na implementação.
- 16Só mapear. Nos nossos sprints, a entrega é o mapeamento e a documentação do processo: diagrama AS-IS, gargalos priorizados, POPs e checklists, tudo de forma bem prática e editável para o seu time conseguir executar e manter. O que a gente não faz é implementar por você (trocar ferramenta, configurar sistema, criar automações, assumir a operação ou “tocar a mudança” no dia a dia). Se você quiser ajuda nessa parte depois, o caminho é via add-ons de habilitação e treinamento, para o seu time conseguir colocar em prática e manter o padrão com segurança.
- 17O maior erro é não tratar o sprint como um compromisso de verdade. O nosso trabalho é entender a operação como ela realmente é, com o que funciona e com o que está ruim também. Para isso dar certo, precisamos de evidências reais do processo, participação de quem realmente faz e feedback dentro da janela combinada de 2 dias úteis. E aqui entra um ponto importante: focamos muito no cronograma. O sprint tem um calendário de entregas e uma janela de validação bem clara. Se a empresa não entrega insumos e não valida no tempo combinado, não tem brechas para “ir empurrando” o projeto. Seguimos com o fluxo do sprint, porque é isso que mantém a entrega previsível e o resultado fechado dentro do prazo.
- 18O que pode dar errado aqui, de forma bem pé no chão, é basicamente isto: 1) Falta de insumos e evidências reais Se o time não manda exemplos, prints, documentos e casos recentes, o mapeamento fica “de memória”. Aí o diagrama até sai, mas não representa a verdade da operação. 2) Não envolver quem realmente faz Quando só liderança participa e quem executa não entra, a gente não enxerga os atalhos, as exceções e os gargalos reais. O resultado fica bonito, mas não vira rotina. 3) Feedback fora do prazo O sprint tem cronograma e janela de validação. Se o feedback não vem na hora, a entrega não fecha redonda dentro do tempo combinado. 4) Escopo solto (processo grande demais) Se não travar bem começo, fim e fora do escopo, o processo vai crescendo no meio do caminho e vira um buraco negro. 5) Esperar “implementação” A gente entrega mapeamento e documentação. Se a expectativa for que a gente vá tocar a mudança, configurar ferramentas ou implementar na operação, vai frustrar. E um ponto importante: Somos bem rígidos com o cronograma. Não tem brecha para “ir empurrando” o sprint. Quando o cliente e o time entram no ritmo (insumos + participação + feedback), dá muito certo. Quando não entram, o projeto perde precisão e previsibilidade.
- 19Depois que você clica no botão, você é direcionado para a página com a agenda. Ali é só agendar a entrevista. Na entrevista, o objetivo é entender sua necessidade e sugerir qual sprint faz mais sentido para o seu caso. Aprovando o caminho, o próximo passo é assinatura do contrato e pagamento. Em seguida, a reunião de Kick-off é agendada para iniciar o mapeamento.
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- 21Sim. Existe um diagnóstico antes de fechar, e ele acontece na entrevista. Depois de clicar no botão, você agenda uma entrevista de cerca de 30 minutos. O foco dessa conversa é: - entender qual processo será mapeado (e travar bem o escopo) - sugerir o sprint mais recomendado para o seu caso - tirar as dúvidas que você tiver Só depois dessa entrevista é que vem a assinatura do contrato e o pagamento. Aí, com tudo certo, a reunião de Kick-off é agendada para começar o mapeamento.
- 22Não existe “vaga” fixa, mas existe disponibilidade de agenda. Como o trabalho acontece em sprints, a gente abre novas entregas conforme fecha as que estão em andamento. Então, se você deixar para depois, pode acontecer de a próxima janela já estar mais para frente. Se você quer garantir um começo mais rápido, o ideal é agendar a entrevista (leva em média 30 minutos). Nela, a gente entende o que será mapeado, sugere o sprint mais recomendado e tira suas dúvidas. Depois disso, você decide com calma se faz sentido seguir.
- 23Add-ons são “extras opcionais” que a pessoa pode contratar além do sprint principal, para complementar a entrega com algo que faz sentido para o caso dela. Na prática, eles servem para 3 tipos de coisa: • (1) acelerar ou aprofundar um pedaço específico (ex.: mais validações com o time, mais detalhamento, mais documentação), • (2) incluir entregáveis que não estão no pacote padrão (ex.: treinamento do time, material de implantação interna, revisão/ajuste de rotinas e padrões), • ou (3) suporte pontual depois da entrega (ex.: acompanhamento por X dias para ajudar a manter a documentação viva e garantir adoção). Ou seja: o sprint resolve o “núcleo”, e os add-ons entram só se a pessoa quiser ir além.
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